segunda-feira, 21 de maio de 2012


Analise bem esta mensagem!

No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino
de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem por toda a vida
 escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas para uma escola
comum..
       Num jantar  beneficente  de Chush, o  pai de   uma criança fez
um discurso que nunca mais seria esquecido  pelos que ali estavam
presentes.
Depois de  elogiar a escola e seu dedicado  pessoal,   perguntou:

- Onde está a perfeição no meu filho Pedro,  se tudo o  que DEUS faz é
feito com perfeição? Meu filho não   pode entender as coisas como
outras crianças entendem. Meu filho não se pode lembrar de fatos e
números como as outras crianças. Então, onde está a perfeição de Deus?

Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai,
mas  ele continuou:

- Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a
perfeição que Ele busca  está no modo  como as pessoas reagem diante
desta criança.

Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro:

Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns
meninos que o conheciam, estavam jogando beisebol.. Pedro
perguntou-me:

       - Pai, você acha que eles me deixariam jogar?

Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o
queria na equipe. Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles,
isto lhe daria uma confortável sensação de participação. Aproximei-me
de um dos meninos no  campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar. O
menino deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação  de seus
companheiros de equipe e   mesmo  não conseguindo nenhuma aprovação,
ele assumiu a responsabilidade e disse:

       - Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na
oitava.  Acho que ele pode entrar na nossa equipe e tentaremos
colocá-lo para bater até a nona rodada.

Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a
resposta do menino. Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para
o campo jogar. No final da oitava rodada, a equipe de Pedro marcou
alguns pontos, mas ainda estava perdendo por três.  No final da nona
rodada, a  equipe de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as
 bases com potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado  para
continuar. Uma questão, porém, veio à minha mente: a equipe  deixaria
Pedro, de fato, rebater nesta circunstância e deitar fora à
possibilidade de ganhar o jogo?   Surpreendentemente, foi dado o
bastão a Pedro. Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível,
porque ele nem mesmo sabia segurar o bastão. Porém,  quando  Pedro
tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a
bola de maneira que Pedro pudesse ao menos rebater. Foi feito o
primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e perdeu. Um dos
companheiros da equipe de Pedro foi até ele e juntos seguraram o
bastão e encararam o lançador.

O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente
para Pedro. Quando veio o lance, Pedro  e o seu   companheiro da
equipe  balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do
lançador. O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado
facilmente ao primeiro homem da base, Pedro estaria fora e isso teria
terminado o jogo. Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a
numa curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro
homem da base..

       Então todo o mundo começou a gritar: Pedro corre para a
primeira base, corre para a primeira. Nunca na sua vida ele tinha
corrido... mas saiu disparado para a linha de base, com os olhos
arregalados e assustado. Até que ele alcançasse a primeira base, o
jogador da direita teve a posse da bola. Ele poderia ter lançado a
bola ao segundo homem da base, o que colocaria Pedro fora de jogo,
pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador entendeu quais eram as
intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e distante, acima da
cabeça do terceiro homem da base. Todo o mundo gritou:

- Corre para a segunda, Pedro, corre para a segunda base.

Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele
circulavam deliberadamente para a base principal. Quando Pedro
alcançou a segunda base, a curta parada adversária
colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram:

       - Corre para a terceira.

Ambas as equipes correram atrás dele gritando:

       - Pedro, corre para a base principal.

Pedro correu para a base principal,  pisou nela e todos os 18 meninos
o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse
vencido o campeonato e ganho o jogo para a equipe dele.

- Naquele dia, disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, aqueles 18
meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um
sorriso tão  lindo no rosto do meu filho!

       O fato é verdadeiro  e ao mesmo tempo  causa-nos  tanta
estranheza!

       Todos precisamos parar alguns momentos para pensar naquilo que
é realmente importante na vida. A amizade e a solidariedade nunca
sairão de moda.

Basta querermos!

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