quinta-feira, 17 de maio de 2012

Reflita, como estamos exercendo o nosso papel como CRISTÄO?

RECEBI ESTA MENSAGEM, GOSTEI, E A ESTOU REENVIANDO AOS MEUS AMIGOS!


EVANGELISMO

Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã na
 igreja, o pastor e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e
 entregavam folhetos evangelísticos.

 Numa tarde de domingo, quando chegou a hora do pastor e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito
 frio lá fora e também chovia muito. 

 O menino se agasalhou e disse: -'Ok, papai, estou
pronto.'

E seu pai perguntou: -'Pronto para quê?'
-'Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e
 sairmos.'

Seu pai respondeu: -'Filho, está muito frio lá fora e
 também está chovendo muito.'
 O menino olhou para o pai surpreso e perguntou: -'Mas,
 pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de
 chuva?'
 Seu pai respondeu: -'Filho, eu não vou sair nesse frio.'*
Triste, o menino perguntou: -'Pai, eu posso ir? Por
 favor!!!'
  Seu pai hesitou por um momento e depois disse:
 -'Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome
cuidado, filho.'-'Obrigado, pai!!!'
Então ele saiu no meio daquela chuva. 
Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de
 porta em porta entregando folhetos evangelísticos a todos
 que via.
Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava
 todo molhado, mas faltava o último folheto. 
Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar
 o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. 
Então ele se virou em direção à primeira casa que viu .
 caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. 
Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu.
Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. 
Ele esperou,* * mas não houve resposta.
Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir
embora, mas algo o deteve. 
Mais uma vez, ele se virou para a porta, tocou a
 campainha e bateu na porta bem forte. 
 Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda. 
 Ele tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar.
 De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar
muito triste. 
Ela* * perguntou gentilmente:* * -'O que eu posso fazer
por você, meu filho?'
Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo
dela, este pequeno menino disse:* *-'Senhora, me perdoe se
eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS
A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último
folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR.'
Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir
embora. 
Ela o* * chamou e disse:* * -'Obrigada, meu filho!!! E
que Deus te abençoe!!!'
Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o papai
Pastor estava no
 púlpito. 
Quando o culto começou ele perguntou: - 'Alguém tem um
testemunho ou algo a dizer?'
Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se
pôs de pé.
Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso
transparecia em seu rosto.
- 'Ninguém me conhece nesta igreja. 
Eu nunca estive aqui. 
Vocês sabem,* * antes do domingo passado eu não era
cristã. 
Meu marido faleceu a algum* *tempo deixando-me totalmente
 sozinha neste mundo. 
No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e
chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao
fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de
viver. 
Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas
para o sótão da minha casa. 
Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na
cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu
pescoço. 
De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu
estava a ponto de saltar, quando, de repente, o toque da
campainha me assustou. 
Eu pensei:* * -'Vou esperar um minuto e quem quer que
 seja irá embora.'
 Eu esperei e esperei, mas a campainha parecia tocar cada
 vez mais alto e* *era mais insistente; depois a pessoa que
 estava tocando também começou a bater bem forte. 
Eu pensei:* * -'Quem neste mundo pode ser? 
Ninguém toca a campainha da minha casa ou vem me visitar.'
Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à
porta, enquanto a campainha soava cada vez mais alto.
Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude
acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais
radiante e angelical que já vi em minha vida.
O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês! 
As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu
coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA
quando ele exclamou com voz de querubim:
-'Senhora, eu só vim aqui para dizer que JESUS A AMA MUITO.'
Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em
minhas mãos.
Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu
fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto.
Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a
cadeira. 
Eu não* * iria precisar mais delas. 
Vocês vêem- eu agora sou uma Filha Feliz do* *REI!!!
Já que o endereço da sua igreja estava no verso deste
folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADA ao
anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha alma de
uma eternidade no inferno.'
Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja. 
E quando gritos* * de louvor e honra ao REI ecoaram por
todo o edifício, o Papai Pastor
desceu do púlpito e foi em direção à primeira fila onde o
seu anjinho estava sentado. 
Ele tomou o seu filho nos braços e chorou copiosamente.
Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso
como este e* *provavelmente este universo nunca viu um pai
tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho.
Exceto um. 
Este Pai também permitiu que o Seu Filho viesse a um
mundo frio e tenebroso. 
Ele recebeu o Seu Filho de volta com gozo
indescritível, todo o céu gritou louvores e honra ao Rei, o
Pai assentou o Seu Filho num trono acima de todo principado
e potestade e lhe deu um nome que é acima de todo nome.
Bem aventurados são os olhos que vêem esta mensagem. 
Não deixe que ela se perca, leia-a de novo e passe-a
adiante.
Lembre-se: a mensagem de Deus pode fazer a diferença na
vida de alguém próximo a você. 
Não tenha medo ou vergonha de compartilhar esta mensagem
maravilhosa.

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